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Carolíngios - Carlos Magno

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Carolíngios - Carlos Magno - Rei dos Francos (768-814 d.C.) - Denier - Data: Cunhado entre 793 a 812 d.C. - Metal: Prata - Mint: Metullo (Melle) - Conservação: SOB

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Carolíngios - Carlos Magno - Rei dos Francos (768-814 d.C.) - Denier - Data: Cunhado entre 793 a 812 d.C. - Metal: Prata - Mint: Metullo (Melle) - Conservação: SOB - Peso: 1,63 gr - Diâmetro: 21,5 mm -A/ CARLVS REX FR + (cruz no centro) -R/ METVLLO + (monograma KRLS no centro) - Referência:#Depeyrot 606 Rei dos francos e imperador do Ocidente, Carlos Magno nasceu em 2 de abril de 747 sendo o primogênito de Pepino, o Breve, primeiro monarca da dinastia carolíngia. Recebeu a unção real em 768 pelo papa Estevão 2º, que legitimou o poder da nova dinastia e selou uma aliança entre a Igreja de Roma e a monarquia franca. Em 25 de dezembro de 800, o papa Leão 3º restaurou o império do Ocidente em proveito de Carlos Magno, que, tal como os antigos imperadores romanos, passou a ostentar o título de "Augusto". Reunificação do Ocidente Apesar de manter as tradições de conquistas e façanhas guerreiras dos primeiros merovíngios, a política de Carlos Magno fixou-se em objetivos mais amplos, reunificando o Ocidente europeu sob sua autoridade. A grande obra de expansão do reino franco, realizada mediante as contínuas investidas contra o reino lombardo, os saxões, os frísios e os ávaros, aparece, no conjunto de sua política como instrumento da unificação da fé. Em consequência de suas vitórias, que garantiram a anexação de regiões como a Saxônia, Frísia e a Baviera, além de um domínio temporário em territórios eslavos e árabes (que dominavam a Espanha), tornou-se o primeiro monarca a reinar sobre a vasta área que abrangia quase toda a Europa ocidental e central. Carlos Magno legislou sobre matérias disciplinares da Igreja e, inclusive, sobre questões de dogma, participando do combate às heresias da época. Assim, a coroação de 800 foi muito mais que o resultado da extensão de seus domínios. Sugerida talvez pelo próprio monarca, ela foi principalmente consequência da situação especial da Santa Sé, ameaçada na Itália tanto pelos lombardos como pelo Império Bizantino - e que buscou, em Carlos Magno, um protetor. Renascimento carolíngio Não obstante a duração efêmera do império carolíngio, partilhado em 843 por seus netos, o reinado de Carlos Magno é considerado decisivo na formação histórica da Europa Medieval. A política de aliança com Roma e a estreita colaboração com os dignitários eclesiásticos em seus territórios não apenas deram origem ao futuro conflito entre o papado e o império, como firmaram a base da cultura estritamente religiosa da Idade Média ocidental. A preocupação de Carlos Magno com a organização eclesiástica e com o soerguimento intelectual do clero levou-o a patrocinar o movimento de pesquisas filológicas nos mosteiros e abadias do império, que se tornaram grandes centros de cultura.Para tanto, o imperador se cercou de eruditos religiosos estrangeiros, que difundiram um ensino voltado às tradições da latinidade cristã. Carlos Magno morreu em 28 de janeiro de 814 em Aix-la-Chapelle, hoje Aachen (Alemanha).

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